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Cega e com 17 balas no corpo. Maggie, a “cadela maravilha”, foi usada como alvo para a prática de tiro

Maggie foi resgatada pelo abrigo Mashala. A cadela foi encontrada presa numa caixa com a orelha cortada e o maxilar partido.

Os voluntários descobrirem que a cadela, que estava grávida, era usada como alvo para prática de tiro com pistolas de ar.

A cadela sénior estava cega e ficou com vários traumas, o que dificultou o processo de adoção.

Depois de algum tempo, Kasey Carlin, de 28 anos, conheceu a sua história. A jovem já trabalhava como FAT — família de acolhimento temporário — de diversos outros animais da associação, e decidiu acolher Maggie.

“Fui ao aeroporto buscar uma cadela idosa, abusada e cega e quando lá cheguei, este ser feliz e a abanar o rabo apareceu e estava tão animado”, recordou a tutora.

“Fiquei surpresa porque voar já é difícil para todos nós, mas se você fosse um cão cego, que perdeu a esperança nas pessoas, como lidaria com isso?”, questiona.

Kasey desconhecia que a cadela tinha sido alvejada e que teve quatro balas removidas da cabeça. Quando chegou a Londres, foram descobertas mais 13 espalhadas balas pelo seu corpo.

“Antes da Maggie chegar eu não tinha muitos amigos, não tinha ninguém. Hoje em dia, ela tem um Instagram e conhecemos pessoas de todo o mundo, vamos a eventos de caridade e com tudo isso, tenho conhecido milhares de pessoas incríveis”, conta a jovem.

Nas redes sociais, a cadela é conhecida como “Maggie, a Cadela Maravilha” e tem milhões de seguidores.

Reprodução do Instagram

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