Tens uma Ana na tua vida? Se não tens deverias ter…

A Ana é uma mulher inteligente, perfeccionista e muito disciplinada. Dona de um raciocínio rápido e com uma grande capacidade de adaptação. É ainda uma pessoa sensível e afetuosa, ela gosta de estar cercada de bons amigos e da sua família.

Por ser uma pessoa muito compreensiva, uma Ana gosta de ajudar e está sempre disposta a perdoar aqueles a quem ama. Sempre confiante e harmoniosa, conquista todos com sua graciosidade.

Se tens uma Ana na tua vida, sente-te privilegiado(a) pois ela é exigente e gosta de se sentir segura. Tais características faz com que ela escolha com muito cuidado as pessoas com quem se relaciona.

Quem tem uma Ana tem tudo, pois ela é uma verdadeira dádiva.

O nome Ana vem do original em hebraico Hannah e mais tarde do latim Anna, que quer dizer “graciosa, cheia de graça”.

Ana é provavelmente um dos nomes femininos mais utilizados em todo o Ocidente, na sua forma mais simples ou associado a outros nomes próprios como Ana Maria ou Ana Paula.

Esse bonito nome feminino reflete o sentido de dádiva ou oferta. Possivelmente é esse sentimento que os pais das meninas com esse nome querem transmitir com o nascimento da sua filha.

Há pelo menos três personagens bíblicas com este nome, onde duas delas se destacam. A primeira é mencionada no Velho Testamento como a mãe do profeta Samuel, conhecida por ter engravidado em idade muito avançada. A segunda aparece no Novo Testamento como uma profetisa que reconhece o menino Jesus como o Messias.

Foi um nome muito popular durante o Império Bizantino. Na Idade Média tornou-se muito comum entre os cristãos ocidentais, o que ocorreu sob influência da reverência à Santa Ana.

Apesar de não haver nenhuma confirmação, Santa Ana é considerada a mãe da Virgem Maria e padroeira dos carpinteiros, moedeiros, dos bons cavaleiros, das rendeiras e avós.

O nome surgiu em Inglaterra pela primeira vez no início do século XIII, mas tornou-se popular apenas no início do século XVII. Isso aconteceu quando os ingleses o confundiram erroneamente como uma variante de Agnes.

Foi encontrado pela primeira vez em Portugal em documentos datados na primeira metade do século XVI.